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16 nov 2009 18h50

Banda larga deveria ser universalizada como SUS, segundo Ministro

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O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, defendeu hoje que os serviços de banda larga deveriam ser universalizados e prestados de forma similar à do Sistema Único e Saúde (SUS).

"Estamos muito atrasados nessa discussão sobre oferta de banda larga à população. Enquanto estamos discutindo banda larga, em países desenvolvidos como os Estados Unidos a discussão já é sobre o fornecimento de banda ultralarga, com potencial para transmitir dados numa velocidade de 100 mega bits (Mbits)", disse o ministro durante a abertura do seminário internacional Alternativas para o Desenvolvimento da Infraestrutura e do Acesso em Banda Larga.

Para ele, em condições ideais a banda larga deveria ser um serviço prestado de forma universal e similar à adotada pelo SUS, uma vez que a exemplo da saúde, o acesso à informação também é uma das prioridades nacionais. "O Estado tem, sim, o dever de ofertar banda larga à população. Não se trata apenas de tecnologia, mas de acesso à informação."

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, concorda com o secretário. Segundo ele, o SUS é um sistema universal, e o que se pretende é fazer o mesmo com a banda larga no país. "Quem critica o SUS é quem não usa o SUS", acrescentou.

Pinheiro Gumarães criticou também os baixos investimentos em pesquisas científicas e tecnológicas no país, o que fica evidente ao se contabilizar o baixo número de patentes brasileiras registradas internacionalmente.

Informações da Agência Brasil / Terra

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